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quarta-feira, dezembro 28


Verniz da Vez: A História do Esmalte

Conheça a origem do cosmético: Como Surgiu os esmaltes 



O hábito de pintar as unhas vem de muito tempo – surgiu provavelmente na China, por volta de 3000 a.C. e também foi identificado no Egito Antigo, O esmalte já integrava o cotidiano da realeza do Antigo Egito. Por volta de 3500 a.C., as mulheres egípcias aplicavam uma tintura de henna preta nas unhas. As cores mais vibrantes ficavam relegadas ao uso da família real e chegavam a despertar algumas preferências entre as rainhas do Egito. 

Cleópatra tinha uma clara preferência pela tonalidade vermelho-escura. Já Nefertiti tinha mais gosto pelo esmalte de tom rubi. As cores utilizadas estavam relacionadas à posição social do indivíduo, chegando ao ponto da cor vermelha ser de uso exclusivo da rainha Cleópatra, infração punida severamente à plebéia que desobedecesse a ordem.
O mesmo poder de distinção social observado no uso do esmalte entre os egípcios também era perceptível entre os chineses. Em meados do século 3 a.C., o uso de tons vermelhos e metálicos (feitos com soluções de prata) significavam a ocupação de um lugar privilegiado na hierarquia social. Já entre os romanos, a pintura dava lugar a tratamentos com materiais abrasivos que faziam o polimento das unhas.

A tecnologia para o tratamento das unhas ficou relativamente estagnado até o século XIX. Nessa época, os cuidados se restringiam à obtenção de unhas curtas e que estivessem moldadas por uma boa lima. Em alguns casos, as unhas eram ligeiramente perfumadas com óleo e polidas com uma tira de couro. Numa época em que o recato era uma importante virtude, a extravagância dos esmaltes não seria nenhum pouco prestigiada.

Até essa época, uma das grandes descobertas foi a invenção do palito até hoje utilizado 
para a remoção das cutículas. No começo do século XX, os esmaltes começaram a recuperar espaço com o uso de soluções coloridas que não permaneciam fixadas mais do que algumas horas. Somente em 1925, durante estudos que desenvolviam tinturas para carros, foram descobertas as primeiras soluções que se assemelham com os esmaltes de hoje.

O esmalte voltou a conquistar o posto de símbolo de status, perdido no século passado com o início de sua produção em massa a partir da criação do primeiro esmalte como o conhecemos hoje. A sua primeira versão, o produto era de um tom rosa-claro e era aplicado no meio das unhas. Chegando à década de 1930, já podemos notar que a “pintura” nos dedos do pé e da mão fazia muito sucesso entre as grandes estrelas do cinema hollywoodiano, como Rita Hayworth e Jean Harlow.

No ano de 1932, os irmãos Charles e Joseph Revlon custearam a invenção de um novo tipo de esmalte, mais brilhante e com um leque variado de tonalidades.Nas décadas seguintes, vemos que a tecnologia empregada foi se tornando cada vez mais complexa. 
Durante todo o decorrer do século XX, o esmalte foi utilizado pelas mulheres com uma importância secundária, com pouca variação em suas cores e com muito preconceito a quem ousasse pintar as unhas de cores mais chamativas. Aos poucos, o vermelho foi sendo mais bem-aceito e os tons de café também invadiram a paleta de cores disponíveis no mercado, mas este só passou por uma revolução mesmo a partir de 2007, com o lançamento do Black Satin pela gigante francesa Chanel.
Inspirado na textura e brilho das características fitas de cetim pretas imortalizadas por Coco Chanel, o Black Satin – preto de aspecto acetinado antes impensável nas mãos de mulheres de bom-gosto – virou objeto de desejo entre as mais antenadas. O sucesso foi repetido na coleção seguinte com o Blue Satin, mesmo esmalte em versão azul, cor até mais irreverente que o preto lançado anteriormente. Desde então, o desfile da Chanel deixou de ditar tendências apenas no segmento do vestuário; havia transformado completamente o esmalte em acessório de moda, elevando-o ao mesmo status das roupas na escala de valores da mulher contemporânea.

No Brasil, Paulo e Edison Scroback (pai e filho) fundam a Impala, em São Paulo, empresa brasileira de esmaltes que se especializou no tratamento e beleza das unhas.

Difícil é saber onde a indústria da beleza pode chegar a fim de atiçar a vaidade feminina, as unhas postiças parecem como uma boa alternativa de se chamar a atenção sem gastar horas na manicure. Há poucos anos foram disponibilizadas máquinas capazes de imprimir uma imagem digital nas unhas, e até esmalte com perfumes. 

A Dica da Semana são os esmalte perfumados da Revlon


Na semana passada, meu marido chegou em casa com um sacolinha da Revlon, logo de  que vi a embalagem dos esmaltes já me apaixonei, e uma das cores de esmalte era de um laranja maravilhoso que combina perfeitamente com minha saia, e quando passei na unha então, qual foi minha surpresa quando, logo que secou ele tinha um cheirinho irresistível de tuti-frutti,sim é um esmalte perfumado e o cheirinho dura que é uma beleza, mas o cheiro só aparece nas unhas  depois do esmalte seco, então nem adianta sair abrindo os frascos porque não vai ser possível sentir nenhum dos perfumes antes dos esmaltes serem aplicados nas unhas.o mais engraçado é que quando peguei meu cachorrinho Bóris no colo ele começou a lamber minhas unhas sem parar, então está aprovado, o cheiro é ótimo até meu cachorro gostou.... 

Esmalte Perfumado da Revlon  


Beach: com perfume de ar fresco e frescor de praia.
Ocean Breeze: cheiro do mar.
Peach Smoothie: perfume de pêssego.
Orange Pop: perfume de refrigerante de laranja.

Gum Drop: perfume doce como marshmallow.

Grape Icy: perfume de uva.

Cotton Candy: perfume de algodão doce.
Bubble Gum: cheiro de chiclete.





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